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Conversas (nossas) cuja lógica é como a da batata!

(imagem do google)

-Mãe, deixas-me casar?
-Se quiseres casar-te claro que deixo!
-Eu quero mãe. O que é preciso para casar?
-Primeiro tens que crescer, depois encontrares um namorado...
-Ai é? Pensei que podia casar sozinha...quero ter uma casa ao pé de ti mãe.
-Está bem, primeiro tens que crescer...depois pensas nisso sim?
-Mas já pensei! Primeiro tenho que arranjar uma empregada, depois caso!
-Bem visto! Sim senhora! Nada de namorados nem escola...empregada! Espero que sim, que tenhas uma em casa para te ajudar...
-Pois, também eu. Com empregada já podia casar!
-Com empregada para te ajudar, mas quando pensares nisso escolhe alguém que gostes muito e que goste muito de ti.
-É fácil mãe...caso-me contigo!

Comentários

  1. hahahahaha.... Mas tu já és "empregada" dela assim não vale a pena ela casar e sair de casa!! hahaha

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  2. LOL. Boa! Gostei muito do pormenor da empregada.

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  3. Coisa mais linda e fofa! aposto que ficaste emocionada!!quem melhor que a mãe para gostar assim tanto????

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  4. Olha que ela sabe o que diz! Tão fofa!! ;)

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  5. A inocência é a coisa mais linda e mágica que conheço. A espontaneidade das crianças é incrivel e ouvir isso da boca da "nossa" filha, é o máximo. Aposto que babaste;)

    Bjs Sonhadora
    Magui (Pitinhas)

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....