(imagem da net)
Nos últimos 5 dias de internamento da minha pequena-maior conheci uma mãe-coragem e uma menina-guerreira.
A empatia entre nós as quatro foi à primeira vista, dentro do difícil que foram aqueles dias, foram momentos de cumplicidade entre as pequenas que brincavam na cama uma da outra mesmo com as enfremeiras a resmungarem, eu e aquela mãe-coragem fazíamos “turnos” para o banho ou refeições, e quando podíamos iamos juntas ao bar, tomar café ou conversar um bocadinho.
Quando a minha pequena-maior teve alta elas ficaram. Temos mantido o contacto. Com a mãe por telemóvel, e com a menina-guerreira tenho falado através de chat. Com os seus 10 anos dá-me a conhecer as novidades que vai vivendo, os medos que sente, as vitórias que vai conquistando...
Hoje encontramo-nos no hospital. A minha pequena-maior foi a uma consulta de rotina e estive com elas.
Fiquei feliz de as rever, mas confesso que fiquei muito triste também.
Há situações que não deveriam ser permitidas.
Há co…
Nos últimos 5 dias de internamento da minha pequena-maior conheci uma mãe-coragem e uma menina-guerreira.
A empatia entre nós as quatro foi à primeira vista, dentro do difícil que foram aqueles dias, foram momentos de cumplicidade entre as pequenas que brincavam na cama uma da outra mesmo com as enfremeiras a resmungarem, eu e aquela mãe-coragem fazíamos “turnos” para o banho ou refeições, e quando podíamos iamos juntas ao bar, tomar café ou conversar um bocadinho.
Quando a minha pequena-maior teve alta elas ficaram. Temos mantido o contacto. Com a mãe por telemóvel, e com a menina-guerreira tenho falado através de chat. Com os seus 10 anos dá-me a conhecer as novidades que vai vivendo, os medos que sente, as vitórias que vai conquistando...
Hoje encontramo-nos no hospital. A minha pequena-maior foi a uma consulta de rotina e estive com elas.
Fiquei feliz de as rever, mas confesso que fiquei muito triste também.
Há situações que não deveriam ser permitidas.
Há co…