(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero.
Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade.
Não tem limite máximo de idade.
Não tem limite de dosagem por dia.
Não tem que ser oposto a educação.
Uma coisa não invalida outra.
Dou sim mimo às minhas filhas, muito!
Mas não descuro a educação nunca!
Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto?
Quem tem o direito de julgar o mimo?
É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência?
Pois deve ser...
Da parte que me toca:
Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor.
Foi no meu peito que mamaram.
Foi no meu ombro que bolsaram.
Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado.
Sou a mãe delas!
Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo.
Dou-lhes a minha vida....porque…
Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade.
Não tem limite máximo de idade.
Não tem limite de dosagem por dia.
Não tem que ser oposto a educação.
Uma coisa não invalida outra.
Dou sim mimo às minhas filhas, muito!
Mas não descuro a educação nunca!
Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto?
Quem tem o direito de julgar o mimo?
É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência?
Pois deve ser...
Da parte que me toca:
Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor.
Foi no meu peito que mamaram.
Foi no meu ombro que bolsaram.
Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado.
Sou a mãe delas!
Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo.
Dou-lhes a minha vida....porque…