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II Colóquio de Enfermagem no Hospital Santo André (Leiria)


Irei amanhã participar deste colóquio, vou dar o meu testemunho enquanto mãe que passou por uma morte fetal.

É uma honra poder fazê-lo e também uma grande responsabilidade já que irei dar voz a tantas mães que passaram por esta cruel realidade, por esta dor sufocante do insitente silêncio sobre o tema.

Quero e vou transmitir a minha história, dar a conhecer a minha filha, tentar sensibilizar médicos e enfermeiros para a importância do lado humano...tantas vezes esquecido...assim como dar a conhecer a Artémis.

Estou ansiosa, nervosa, mas acima de tudo FELIZ porque vou falar da minha filha!!!

Comentários

  1. Vais com toda a certeza brilhar!!!
    Finalmente um momento tão esperado.
    Beijinho
    Andreia

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  2. Fala como só tu sabes falar da tua estrelinha que ela vai estar a olhar para ti!
    A MAtilde tal como todas as estrelinhas deve ser relembrada sempre e que melhor ocasião poderia surgir!
    Força vai correr tudo bem, deixa o coração falar que ele sabe bem o que dizer!
    Beijokas
    Nídia e Eva

    ResponderEliminar
  3. Ai q orgulho :)

    Vais conseguir, dá-lhes forte miga :D

    jocas

    ResponderEliminar
  4. Se eu tivesse tido conhecimento, teria lá estado com toda a certeza.

    Estou agora a descobrir a Artemis, e nem de propósito, estou em casa e a minha irmã acabou de vir aqui trazer o meu sobrinho, que tem 9 anos, para passar a tarde com os primos!

    Beijinho muito grande minha querida :)

    ResponderEliminar

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....