Avançar para o conteúdo principal

A vida muda-nos ou nós mudamos a vida

Se há algo gratificante é ver como crescem rápido. A pequena-maior já vai este ano para o ensino básico e a pequena-menor já anda para todo o lado. E sempre que penso como estão crescidas ocorre-me o pensamento "Parece que que foi ontem...".

Fico pensativa / preocupada com esta velocidade, dá-me a sensação que a vida está a passar rápido demais, e sinto que tenho tanto para fazer, para falar, para contar, para...viver!

Então tenho mudado, aos poucos, a minha forma de viver. Há uns meses atrás chegava a casa num stresse porque tinha que preparar o jantar, os banhos delas, arrumar e lavar. Dava-me a sensação que vivia numa casa de nome "A casa onde não há tempo".

Decidi, então, mudar o nome da minha casa. Tipo numa tentativa de implementar uma política de austeridade, mas de tempo!

Agora a minha casa chama-se "A casa onde há sempre tempo", e gosto dela assim! Implica acordar muito mais cedo todos os dias, mas está mais arejada, mais animada!

Comentários

  1. :) é tb fiz um pouco disso... chega de stress de querer ver tudo limpo e arrumado e tratado, o q se puder fazer faz-se, o q n se puder azarinho :p
    Só n tou para deixar de estar com ele por causa das lides!

    jocas

    ResponderEliminar
  2. Concordo em absoluto.
    Eles crescem tão depressa...
    Os meus jantares são sempre tão simples que às vezes até me sinto mal, mas tempo com eles ninguém me tira;)
    Bj

    ResponderEliminar
  3. TEMPO, merdice de tempo....

    com calma e sem stress, vale mais uma casa desarrumada do que uma vida stressaa

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....