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Muitas e Por Vezes

Temos tendência para acumular raivas e ódios.
Outras somos apenas compostos por isso mesmo, talvez nos alimentemos dessa ácida vitamina.
Chegará o dia que vemos que as maiores toxinas estão dentro de nós.
Culpamos sempre o mundo lá fora, as gentes de fora, os motivos de fora quando no fundo, ou na superfície, somos nós que não queremos ver.
As toxinas existem, de facto.
As raivas e ódios só perpetuam quando não nos damos valor, quando não nos permitimos conhecer, quando não olhamos para nós primeiro antes de criticar e amaldiçoar a vida alheia.
Preferimos culpar os outros....é uma opção de vida.
Pobre vida...

Comentários

  1. As pessoas não percebem que o ódio só faz mal a elas mesmas.
    Eu, por exemplo, só odeio o meu telemóvel, mais nada!! eheheh

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  2. Hoje redescobri-te!
    Talvez por andar um pouco (muito) afastada destas lides blogosféricas, em parte por falta de tempo mas, e principalmente, por falta de "coragem" de pôr em palavras o muito que tem acontecido, só hoje me apercebi que voltaste.
    Fico contente por este reencontro :)
    bjs grandes

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Maria...que bom!
      Mas nunca deixei de escrever.
      Volta sim?
      Bjoka

      Eliminar

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....