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Para ler bai-xi-nho

(imagem do google)

As pequenas foram ontem à pediatra.
Na consulta a pediatra viu que, mais uma vez, a pequena-maior tem o ouvido direito tapado com cera.
Fez-lhe um pequeno teste, tapando o ouvido esquerdo ia dizendo aleatoriamente algumas palavras, muito baixinho, para ver se a pequena conseguia ouvir.
A pequena-mais-pequena, atenta, também quis participar neste teste, só não sabíamos o quanto ia ser divertido:

Médica: Mãe
Pequena-mais-pequena: Tá aqui!
Pequena-maior: Mãe
Médica:Pai
Pequena-mais-pequena: Num tá cá (enquanto mexia as mãos)
Pequena-maior: Pai

A pediatra desatou a rir e pediu à pequena-mais-pequena para não falar durante um bocadinho.
Reinicou o teste:

Médica: Água
Pequena-maior: Água
Pequena-mais-pequena: Áuga!
Médica: Cão
Pequena-maior: Não percebi...
Pequena-mais-pequena: É báubáu mana!

Comentários

  1. Não pude deixar de rir com esta conversa. Deve ter sido o máximo. Os miudos têm coisas fenomenais:)

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  2. Querida Autora, delicioso :)
    Essa tua pequena-mais-pequena, está um mimo!!

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  3. Que ternurinha!!!
    Eu tenho escrito todos os momentos engraçados, para não me esquecer e um dia contá-los ao meu pequenino. É que a certa altura são tantos, que já não conseguimos recordar todos! :)

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  4. Passei para conhecer seu cantinho e adore. Simplesmente encantador!

    Bjos

    repensandoacoes.blogspot.com

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  5. eheheh até eu me fartei de rir, imagino a médica lol.

    bjs

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  6. Deliciosassss!!! Parabéns pelas minis!!!!

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  7. Já dei aqui uma boa gargalhada à custa das tuas pequenas :)
    bjs grandes

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  8. As tuas pikenas são o máximo e com elas não há tristezas!! Fofinhas!!

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....