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Antes de mais...obrigada pela força.
Soube bem, até porque nem sempre conseguimos estar "bem". Acredito que é uma fase menos boa cheia de situações também menos boas, que começo a habituar-me a geri-las da melhor forma que consigo e sei.
Para terminar o dia exausto que tive ontem, ou melhor noite, passei por algum pânico e consecutivo ataque de choro.
A pequena-maior participou, pela escola, ao encontro de cidades.
Saíram toda a tarde e, o combinado era que o autocarro deixava algumas crianças na escola já que outras seguiam directamente para o agrupamento de escolas, onde iriam jantar todos juntos.
Saí do trabalho e segui para a escola, para ir buscar a minha filha.
Estranhei o facto de não estar mais nenhum encarregado de educação mas esperei.
Passaram 15 minutos e nada de autocarro.
Liguei para a auxiliar que não atendeu a chamada.
Decidi voltar para trás e fui até ao agrupamento.
Vi muitas crianças a correr, a brincar, mas...onde estava a minha filha?
Corri, de um lado para o outro, conheci uma menina da sua turma, perguntei onde estava a minha pequena-maior ao que responde "não a vejo há muito tempo".
Os meus olhos assemelharam-se a radares, corri, perguntei, e eis que aparece ela feliz aos saltinhos rodeada das amigas.
Acalmei-me...estava tudo bem...
Jantou, participou nas actividades e eram 23h quando fomos para casa.
Hoje é mais um dia de coração apertado...está todo o dia de um lado para o outro.
Concluo que não há nada que pague a sanidade mental...

Comentários

  1. Querida Autora, a bonança, segue a tormenta. Depois destes dias menos bons, virão outros mais calmos e sossegados.
    Um abraço.

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  2. opa mania deles quererem crescer a 100 á hora n ha-de uma mae andar á nora com tanta coisa junta... força miga :)

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  3. Que valente susto, mas não passou disso :)

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  4. Tudo correrá bem querida... A minha força, tens!
    Beijinho

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  5. imagino que nao seja nada facil ser mae :/ força!
    e um bom fim de semana :)

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  6. bolas amiga, devem de ter sido uns minutos de pânico, credo..

    bjs
    rute

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  7. Um grandessíssimo susto que já passou! Nem consigo imaginar o terror e o pânico que sentiste... Já passou!

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Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....