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Já diz o ditado

(imgem da net)


Que quem sai aos seus não desgenera.

Pois.

Se calhar bate certo. Ou nem sempre. Nem sei.

Sou marketeer de formação académica, durante 9 anos exerci esta função. Neste momento nem por isso.

E ontem fiquei a pensar nisto quando a minha pequena-maior contou que vendeu 8 bilhetes para o espectáculo.

Numa altura em que nem para eventos desta natureza as pessoas colaboram fiquei muito orgulhosa da pequena, e perguntei:

-Mas como fazes para os vender?
-Na loja da avó!
-Sim está bem, mas como fazes? O que dizes?
-Olha faço assim: digo olá bom dia, já comprou bilhete? Se a pessoa disser que sim eu digo-lhe que fez muito bem, se disser que não eu digo que o melhor é comprar porque eu também vou actuar!
-Boa filha!
-Pois mãe, porque as pessoas querem é ver-me dançar! (lllllooooooollllll)

Fiquei sem palavras.
É que a pequena tem mesmo jeito!

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....