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Viver na ignorância porquê?



O que achamos que sabemos?Mas não sabemos?
Muitas vezes achamos que sabemos,que temos conhecimento de causa, quando na verdade não sabemos mas construímos a nossa vida sobre o que achamos saber.

O que sabemos que não sabemos, mas mesmo assim queremos saber?
Outras vezes andamos atrás do desconhecido porque concluímos que não sabemos mas é nossa pretensão passar a saber. E essa pretensão faz com que tenhamos entrega de tempo, trabalho, entrega de nós por momentos e sua possível desilusão por termos descoberto o que não sabíamos.

Eu portadora deste feitiozinho de mer*** por ser frontal demais sou da opinião que deveremos sempre saber, mesmo que isso implique mágoa e tristeza, só assim podemos mudar de página.
Não tendo oportunidade de saber (porque a vida nem sempre nos presenteia com oportunidades) fica o benefício da dúvida, fica o desconhecido...

E o tempo? Aquele conhecido pela contagem de anos e anos?

Aquele que dizem que tudo cura, será que cura mesmo?

Não...não cura nada, apenas nos ensina a sobreviver na ignorância.

Comentários

  1. Para qual email envias-te? já vi-os todos?
    olha que eu já n tenho o da chepa_lr activo, manda-me para o maezicesqb@gmail.com
    boa?

    jocas

    ResponderEliminar
  2. Amiga já li :) e obrigada pela lembrança!

    jocas grandes

    ResponderEliminar

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....