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Eu, croma, confesso

(Imagem copiada daqui)


Gosto de ouvir a Comercial (passo a publicidade), e divirto-me imenso com esta Caderneta.

Na semana passada o tema era os slows (aquelas músicas de "antigamente" que consistiam em dançarmos de-va-ga-ri-nho agarradas a alguém).

Não consigo explicar a figurinha...a minha, claro! Porque ri imenso da imagem que se apoderou do meu cérebro e me fez recordar os tempos em que ia à discoteca à tarde (sempre às escondidas do meu pai, claro, até nas matinés tinha que ser de fugida...pfff...).

Então houve uma bela tarde que se aproximou um rapazito e me convidou para dançar.

Era moda ok? A malta dançava até com desconhecidos!

Lá fui eu...ao belo slow...

De repente vira-se a figurinha para mim e pergunta: "És virgem?"

Parou tudo!

Eu, que sempre fui branquela, fiquei da cor das luzes...mas respondi, ao mesmo tempo que lhe pisei o pé: "Não..."

Insiste de novo a figurinha, muito interessado "Não és virgem?!?", ao que respondi "Não...sou Leão!"

Posto isto tenho que admitir: Também fui croma! E divertia-me imenso!

Comentários

  1. Gaja,

    Fizeste-me mesmo rir!!!
    De repente também eu me lembrei das matinés passadas na discoteca... ahhhh, era tão giro!!!
    Ia para lá pois andava atrás de um rapazinho (grande amor aquele) que não me ligava népia... bem parvinha eu naquela altura, pá!!
    Um dia pedi-lhe namoro e ele aceitou... uauuuuuu que alegria, até chorei de emoção! A felicidade acabou numa semana com uma gaja ordinária (vulgo cabra) a fazer-se a ele!!!
    Como vês não és única cromo... juntamo-nos as duas e fazemos uma caderneta, ahm??? ;-)

    Obrigada por este momento!!!

    Beijos para todos vocês!!

    ResponderEliminar
  2. Desculpa a invasão ao teu espaço mas tinha de comentar este teu post....eu tb adoro ouvir a caderneta de cromos!!!!!! parto-me a rir com o Nuno Markl, o Pedro Ribeiro, o Vasco Palmeirim e a Vanda....não perco de ouvir, todos os dias, os 2 cromos diários e como se não basta-se até ouço mais que uma x o mesmo :-).....no trabalho ponho sempre a Comercial e volta e meia lá ponho a caderneta :-)...eu e o meu colega rimos às gargalhadas com aquela equipa...eles são o melhor que podemos ouvir logo pela manhã :-)
    e eu tb sou croma ehehehe.....até abri uma pagina no facebook para me puder tornar fã deles :-)
    fica bem e continua a ouvir e a ser "croma"....é sinal que tivemos uma infãncia e adolescencia especiais ;-)
    tudo de bom para ti e teus tesouros :-)
    bj da Teresa de Braga :-)

    ResponderEliminar

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história.
Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado.
Pode ser algo demorado.
Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é.
Sem rodeios.
Sem espinhas.
Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Sentes não sentes?

Se soubesses a falta que me fazes...
Sabes não sabes?
Sentes daí não sentes?
Assim como sabes o quanto me orgulhava de ti, da tua garra e coragem para enfrentar aquelas névoas todas, estavas sempre com "aquela" determinação só tua, mesmo quando por dentro tinhas aquelas dúvidas e medos e...
Continuo a sonhar contigo, connosco, com a tua gargalhada, com o teu abraço, com a tua mão a apertar a minha, passávamos horas de mão dada enquanto conversávamos ou caminhávamos.
Tantos dias sem ti, por vezes julgo que isto é tudo mentira, que não passou de um pesadelo daqueles que cortam a respiração, e que estás cá, junto de mim.
Daqui até aí onde sei que estás em paz...um enorme sorriso cheio de estrelas.
Adoro tu....sempre!

Fácil....

« É tão fácil não gostar. Não querer. Não correr. Permanecer naquilo que já conhecemos. Que não nos surpreende. Saber de cor os dias. e ter as noites controladas. Ter o passo seguinte traçado e o caminho meio rabiscado. É tão simples prescindir e não lutar. É tão fácil querer viver no vazio. É simples esquecer sentir. Optar não tentar.

É tão parvo não gostar quando se gosta. É idiota não querer quando se quer. É estúpido não arriscar. É triste o medo ganhar.

É pequenino não querer ser grande. ».

Rita Leston