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Então é assim

(Imagem retirada da net)

Uma pessoa conhecida perguntou-me, noutro dia, se eu tinha mesmo um blog.
Quando me questionou reparei que deu algum ênfase ao "mesmo um blog", como se estivesse a falar de algo muito invulgar.
Confirmei que tinha mesmo um blog, mas recordo a cara de surpresa feita na resposta (sou uma ganda maluca).

Pois é, tenho e gosto de ter um blog.

Gosto muito de escrever, faz-me bem à alma (e a outras coisas também).
O que escrevo depende da pancada com que acordo (ou da pancada própria de quem por vezes nem chega a dormir), mas acima de tudo o que escrevo é parte de mim, sentido por mim, vivido por mim.

Pode não interessar a ninguém, mas isso também ... não interessa nada!





Comentários

  1. Já me fizeram a mesma pergunta e ficaram ainda mais escandalizados porque disse que tinha dois!
    Ora, cada um escreve para quem quer e o que quer e só lê quem quer. E eu gosto de ler o que escreves :)
    Bjs

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história.
Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado.
Pode ser algo demorado.
Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é.
Sem rodeios.
Sem espinhas.
Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Sentes não sentes?

Se soubesses a falta que me fazes...
Sabes não sabes?
Sentes daí não sentes?
Assim como sabes o quanto me orgulhava de ti, da tua garra e coragem para enfrentar aquelas névoas todas, estavas sempre com "aquela" determinação só tua, mesmo quando por dentro tinhas aquelas dúvidas e medos e...
Continuo a sonhar contigo, connosco, com a tua gargalhada, com o teu abraço, com a tua mão a apertar a minha, passávamos horas de mão dada enquanto conversávamos ou caminhávamos.
Tantos dias sem ti, por vezes julgo que isto é tudo mentira, que não passou de um pesadelo daqueles que cortam a respiração, e que estás cá, junto de mim.
Daqui até aí onde sei que estás em paz...um enorme sorriso cheio de estrelas.
Adoro tu....sempre!

Fácil....

« É tão fácil não gostar. Não querer. Não correr. Permanecer naquilo que já conhecemos. Que não nos surpreende. Saber de cor os dias. e ter as noites controladas. Ter o passo seguinte traçado e o caminho meio rabiscado. É tão simples prescindir e não lutar. É tão fácil querer viver no vazio. É simples esquecer sentir. Optar não tentar.

É tão parvo não gostar quando se gosta. É idiota não querer quando se quer. É estúpido não arriscar. É triste o medo ganhar.

É pequenino não querer ser grande. ».

Rita Leston