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Vá, roam-se inveja

O que vocês queriam sei eu!
Umas pulseiras iguais às minhas, feitas pelas minhas pequenas.
Sem brilhantezinhos, sem fechos, sem douradinhos, sem estrelinhas, sem bolinhas, sem coraçoezinhos!
São lindas as minhas pulseiras, esfrangalham-se todas, ando sempre a cortar uma pontita para não as estragar mais, mas não quero saber, são minhas!
E escusam de imitar a piquena que me atendeu o cafe à hora de almoço, espantada a olhar para o meu pulso direito, porque...não dou!
Ah pois...
And so what?

Comentários

  1. lolol, tens alguma a mais, lolol, feito pelos nossos filhos sempre especial, sempre....beijo ...daqui...aí.

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  2. São as mais bonitas do mundo!

    Eu tenho um fio que o meu filhote me fez, e é o meu preferido de todos! Mesmo!!!

    Beijinhos querida**

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  3. Também tenho! Adoro.
    Andei no fds passado com uma pulseira de bolinhas de plástico - uma bolinha de cada cor - que eles me fizeam :)
    Amo.
    Beijinhos doces.Muitos

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  4. Mai nada!!! Essas são as k mais valor têm, não é?
    Bjinho

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  5. Estou toda roída, mas já tive...:):):)
    Abracinho meu

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  6. Utena:
    É mesmo esse o termo...jóias!

    Luisinha:
    Sim,não tendo valor calculável...

    Maria Teresa:
    Acredito que terá muitas!!! Beijinho

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  7. Eu nunca tive mas imagino que seja do mais fashion e especial que há.
    Beijocas

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....