Avançar para o conteúdo principal

Pensamentos avulsos

(imagem da net)

Dei por mim a pensar lá está, quando penso nem sempre penso algo de jeito que sendo a vida formada também por um conjunto de acontecimentos, aos quais nos vamos moldando, ou aprendendo, ou simplesmente vivendo, nem sempre fazemos o correto, porque nem sempre é fácil acertar.
Acompanhem-me um bocadinho...
Se vivermos muito ligados ao presente, ao hoje, não o fazemos de modo eficaz pois não?
Se vivermos focados no futuro, idealizado ou esperado, vivemos preocupados, talvez impacientes em busca do que há-de vir, não desfrutamos o presente e vamos em passo de corrida, acabando por não viver o dia de hoje, certamente muitas partes do dia serão substituídas por essa pressa.
Não vou entrar em detalhes do frustrante que é viver aprisionado a um passado...não mesmo.
Deve haver equilíbrio não é?
Sabermos medir no hoje o que devemos pensar para esse futuro.
Sendo o passado isso mesmo...passado, e o futuro algo tão inatingível, o presente é o nosso real!
É palpável, é agora, é hoje!
Engraçado ou sem graça alguma não sei porque raio me fui lembrar disto, mas como não vale levantar véus a passados, escrevi hoje, talvez porque se pensar no futuro sei que amanhã já nem me lembro...

Comentários

  1. O melhor é não pensar... viver o momento, apenas! ;)

    ResponderEliminar
  2. Eu vivo presa ao passado... é desesperante e por muito optimista que me mostre aos outros, vivo numa tristeza constante, com alguns laivos de alegria, quando me distraio com o presente. O passado aprisiona-me, mas parece que fiquei lá... O futuro assusta-me, com a falta de planos e possibilidade para os fazer... Ultimamente os meus dias têm sido a ansiar pela noite, para dormir. Já nem peço para sonhar, só quero dormir... desculpa o desabafo...
    Acredito que existe um equilíbrio, algures. Sentirei um alívio enorme quando o encontrar...
    Beijinho*

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Antes de mais obrigada pelas visitas, gosto de saber que vens e comentas.
      O facto de viveres assim parece-me que precisas mesmo é fazer mais desabafos como este!
      Não deixes que esse facto te impeça de viver, sabes aquela frase cliché "tudo tem o seu tempo"? Então já chega de viveres, seja pelos motivos que for, o que já passou.
      Já passou!
      Existe sim equilibrio, e sei que vais encontrar.
      Um dia de cada vez, com muita vontade...acredita que chegas mesmo!

      Eliminar
    2. Acredito que sim... obrigada pela atenção e desculpa novamente por ter usado a tua casa para o fazer :-/ que palermice ;-/ beijinho*

      Eliminar
    3. Eu é que agradeço a confiança! Palermice é não dizer, ou admitir, o que se pensa, ou sente.
      A "minha" casa tem sempre as portas abertas, à semelhança dos meus ouvidos.
      Arrebita sim?
      Beijinho

      Eliminar
  3. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Escrever...

Quando dou conta das visitas ao meu blog fico mentalmente parada. Vi que passaram das 70.000 visitas. Sei, o que é que isso importa? Para mim importa tudo. Não escrevo com regras, acredito que existam regras na escrita, por vezes até acho que escrever sobre nós próprios se pode revelar algo de egocêntrico, ou ser interpretado como uma vaidade qualquer, afinal é em torno do nosso umbigo, eu, eu, eu.... Corro esse risco, no entanto o que sinto é que quem me lê não o faz pelo facto de escrever bem mas porque o que escrevo se encaixa com o que pensam ou sentem, deve haver qualquer coisa em qualquer post com a quel se identifiquem, e isso chega para que me sinta mais e mais motivada a escrever. Quem não conhece nem sabe da existência de blogs não tem noção do quanto é uma terapia....escrever! Seja uma atitude altruísta ou não todos temos necessidade de nos recolhermos mas de nos expressarmos. Expressar o que pensamos, o que sentimos, o que tememos, o que nos faz feliz é um dir...

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.