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Pérola de Sábado à noite

No carro com uma amiga, ouvia-se Adele.
Do nada ela decide mudar de música e diz:
-Ouve esta... é tão gira!
-...pode ser gira, mas tou aqui tou a chorar...
-Olha, desculpa lá...é gira!
-Ok, é engraçada...mas a esta hora dá sono!
-Olha não tenho culpa de gostar!!!
-Tá bem, ouve  então a música antes que acabe...e acelera sff...tás a 10 à hora mulher!
-Olha não tenho culpa que percebas inglês!
-Não percebi agora...
-Por isso é que não gostas da música, porque tás a perceber o que ela tá prái a dizer!

Comentários

  1. ahahahahahah essa ta boa!

    jokas

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  2. Opah!!! TU primaça!! Quem te manda saber inglês?!? Hihihihihihihi
    Beijoca

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  3. He, he... Para a próxima pensa duas vezes antes de aprenderes uma língua!

    Bjs

    ResponderEliminar
  4. Mãe q.b.:
    Vindo dela é sempre bom! Beijinho

    Andreia:
    Primaça, ela é tão especial que até dói, não é? O máximo aquela gaja! Adoro tu!

    Mafalda S.:
    Ah ah, ela é especialmente divertida, e por vezes nem se apercebe! Beijinho

    ResponderEliminar
  5. É primaça! Muito, muito especial e muito querida e tb adora-te bastante.

    ResponderEliminar

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....