Avançar para o conteúdo principal

A moment like this



Quem já não ouviu palavras idênticas?
"És especial", "Contigo é diferente"...por aí fora, ou da boca para fora.
Mas quem não gostou de as ouvir?
Mesmo que...não fosse verdade?
Mesmo que...não tivesse acreditado, insistiu em acreditar que era verdade?
Sim, os anos passam, daí ser bom recordar, porque recordar é viver o que se viveu, ou o que se acreditou.
Sim, estive a arrumar as fotos, sim revivi momentos tão meus...

Comentários

  1. Pois é sabe bem ouvir... mas ás vezes é tão mentira!!!

    ResponderEliminar
  2. Quem não gosta de ouvir esses mimos?:) bj!

    ResponderEliminar
  3. Ouvir sim o que é bom mas essencialmente o que é verdadeiro!
    "Recordar é viver!"
    Beijinhos

    ResponderEliminar
  4. é verdade autora, todas nós somos levadas mais pelas palavras do que propriamente por outra coisa, atirem a 1ª pedra se não gostam de ouvir coisas bonitas! depois é que são elas...porque a música para os nossos ouvidos pára e quando olhamos os estragos são muitos e para toda a vida ficam marcados!

    ResponderEliminar
  5. Gostam/gostamos de ouvir. Mais importante que a duração das mesmas, ou do sentimento, é a forma como são ditas no momento. É a tal questão do fascínio. Tudo pode parecer imenso naquele momento. Tudo pode parecer fascinante. Tudo pode parecer tão diferente. E as palavras serão sentidas naquele momento, naquelas circunstâncias. E é isso que devemos aproveitar. O momento.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...