Avançar para o conteúdo principal

Monólogos (mentais)

Acontece-me cada situação, cada parvoíce, cada cruzamento com certas pessoas que por vezes acho que a minha vida dava um filme.
Não do tipo documentário, porque isso fazia com que se tornasse enorme, mas um filme de acção mesmo.
Também não o imagino de rir, pelo menos não lhe atribuía a categoria de "filme de humor", mas iria ter bons momentos onde todos seriam obrigados a dar boas gargalhadas.
Também não o imaginava um filme de drama, muito menos um romance, se bem que em muitas cenas as lágrimas iriam aparecer, e a esperança estaria sempre presente.
Vou ali pensar no caso ok?

Comentários

  1. Talvez esse filme tivesse de tudo um pouco, como a vida de cada um de nós, mas com a sua especificidade certa... Pensa no caso :)

    Um beijinho...

    ResponderEliminar
  2. Todas nós, mulheres principalmente, poderíamos escrever um livro ou fazer um filme. Como não poderia deixar de ser, para fazer um filme teríamos que escolher um tema, pois nossa vida é cheia de alegrias, tristezas, dores, euforias, etc etc etc...
    pense nisso. Quem sabe um filme com várias continuações. Meu sonho de vida 1 (onde tudo começou), meu sonho de vida 2... e por ai vai! quem sabe?

    beijokasss
    http://www.estamosjuntoseoqueimporta.blogspot.com/

    ResponderEliminar
  3. Comigo, por vezes, acontecem situações em que penso: se contar isto a alguém que não me conheça bem, deve pensar que sou muito "imaginativa"...:):):)
    Abracinho terno

    ResponderEliminar
  4. Viver é mesmo assim primaça! E ainda bem que assim é! Beijocas

    ResponderEliminar
  5. Olha a minha dava uma comédia com terror à mistura!

    ResponderEliminar
  6. e quem disse q a vida n é um filme... e qd terminar de certeza q vais ser nomeada a um oscar :D

    ResponderEliminar
  7. pensa no assunto pensa

    bjs
    rute

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...