Avançar para o conteúdo principal

Quando (me) salta a tampa...


(imagem da net, fantástica não acham?)
...salta mesmo!
Noutro dia, farta e cansada de andar atrás de um responsável de sector aqui da tasca, a pedir por-amor-de-Deus para me responder a dar um ponto de situação, diz-me ele, com olhos de quem quer matar alguém: "Não posso agora. Tou cheio de trabalho.Quando puder vejo isso..."
Gostei.
E como gostei respondi-lhe, com ar despreocupado e pacífico "Ainda bem que existe alguém ocupado nesta empresa, alguém que trabalhe! Porque eu estou farta de jogar às cartas todo o dia!"
Virei costas, que são largas, e fui para o meu posto.
À tarde tinha a resposta, cheia de pedidos de desculpa pela demora, e cumprimentos à mistura.
Há pessoas que só funcionam assim, quando são enfrentadas e sim... gozadas.

Comentários

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...