Avançar para o conteúdo principal

Pois, não é (de todo) fácil...

...estar a fazer o jantar e a pequena-maior quer ajudar a cortar batatas enquanto a pequena-mais pequena quer colo.
Digo que "não" à pequena-maior acompanhado com a justificação de que é ainda pequena e pode-se cortar. Nisto desata a chorar porque é grande e quer cortar porque quer enquanto a pequena-mais-pequena começa a desesperar ainda por colo ao que digo "já vai".
A pequena-maior finalmente percebeu que não ia cortar batatas e tem a ideia de lavar alface, que deixo. A pequena-mais-pequena, que entretanto está agarrada às minhas pernas tipo macaco, decide que quer ajudar a irmã.
Estão cansadas de ler isto certo?
Pois, acredito, mas juro que não escrevi metade do que queria porque, lá está, estou cansada...
Posto isto fiquei fã da comida a peso.
Acho legítimo...

Comentários

  1. Elas querem ajudar, mas "desajudam-nos"...
    Não é fácil, não é fácil...
    Respira fundo e conta até três:)
    Beijos

    ResponderEliminar
  2. Querida Autora, acho que a comida apeso foi mesmo inventada por uma mãe, como tu ;)
    Beijinhos

    ResponderEliminar
  3. Hehe, imagino a cena ;)
    Mas monotonia nunca há nessa casa :)

    ResponderEliminar
  4. Eles querem ajudar mas ... não t~em noção que não ajudam em nada!!
    O meu mais pequeno tmb tá sempre tipo macaco nas minhas pernas quando eu tou a cozinhar e tb chora mtas vezes porque quer colo ... uiiii que stresss

    jcas

    ResponderEliminar
  5. "De pequenino se torce o pepino". Acredito k é necessária mt paciência, mas é mt bom k ela keira aprender visto k a geração das miúdas de agr só pensam no aspecto físico (cabelos, unhas, roupas, futilidades, ...) e trabalhar, ajudar, NADA! As mãezinhas fazem tudo. Não +e fácil, mas vai ensinando.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...