Avançar para o conteúdo principal

Obrigada, de coração!

(imagem da net)

Poderia agradecer nos comentários do post abaixo.
Mas não.
Quero agradecer os comentários, as mensagens sms, os telefonemas e até os posts.
Fazem-me sentir com o coração mais cheio, é bom sentir que a minha filha também existiu e é lembrada por outras pessoas para além de mim.
Para ti, minha pequena-maior: Obrigada por seres minha, obrigada por insistires em ir comigo visitar a mana, por decorares o seu "berço" à tua maneira, obrigada por seres minha.
Hoje é meu propóstito dizer: muito obrigada!

Comentários

  1. Querida Autora, um abraço e uma chuva de beijinhos, para a tua casa.

    ResponderEliminar
  2. Um grande beijinho para uma mãe que será sempre a mãe de um belo anjinho. Haja coração grande como o teu =)
    Tudo de bom*

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...