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Não sou sortuda, só felizarda

...pelo que tenho lido em alguns blogs nunca tive nenhum comentário anónimo inconveniente, ou a chamar-me nomes, ou a ofender-me.
...não, não quero que este post seja pretexto para tal ok?
Estou muito bem assim!

Comentários

  1. Nem eu...mas é melhor escrevermos baixinho:)))
    Beijos

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  2. fala baixo canao ainda tens uns tantos
    kis .=)

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  3. Eu também não, mas ainda bem, não gosto de gente mal educada :)

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  4. Por acaso também nunca tive!!! E espero nunca ter!

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  5. És uma melancia pahhhh!!!
    Tumbas...agora vais ter que saber lidar com isto...muahahaha...sou diabólica eu sei =P

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  6. Foi por alguém assim que eu mudei e privatizei o blog lá no clube.

    A pessoa em questão apesar de nunca me ter insultado fazia assim comentários inconvenientes e invejosos.
    Como eu não sou pessoa de ouvir e calar mas também responder (sem ser cara a cara) seria ser igual ou pior ke essa pessoa olha, mandei-a akela parte e mudei.

    Beijinhos Raquel&Fadinhas

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  7. Eu axo k tb nunca recebi nenhum comentário maldoso, mas já me apareceu gente "malukinha"... Menos mal... Prefiro gente "maluca" a mal educadas e mal formadas.
    Beijinho

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...