Avançar para o conteúdo principal

Que saudades do Snoopy


Que decidi partilhar esta bd, por nada em especial, ou talvez porque o dia de hoje não começou da melhor maneira.
Desde adormecer e a partir um dente e estar com a boca ao lado e anestesiada que mais pareço um chouriço, a babar-me toda para falar, estou bem.
E a dor de cabeça, essa, deve ser moda!
Pf.....

Comentários

  1. partiste um dente a comer pão?

    as anestesias deixam-nos a falar tipo .... olha nem sei, dementes....

    ResponderEliminar
  2. Tchiiiiiiiiiiiii como ela está ???!!!
    Isso tá a preciar dum red bull
    jocas gaja

    ResponderEliminar
  3. Bem ... que dia! Deve haver por aí uma conspiração cósmica contra as pessoas que ousam ter de trabalhar quando já deviam estar na silly season, não? Bolas!
    Muitos beijinhos, um em cada bochecha (anestesiada ou não)

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...