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Começa hoje!


Pois é meus amigos...dia 1 de Julho de 2010 começa a palhaçada no nosso país!
Um dia histórico, portanto.
Bom não é?
Senão reparem: a partir de hoje vamos descontar mais para o IRS, o IVA vai subir 1%... e isto para quê para quê?
Repitam comigo: Para ajudar o nosso Des-Governo!
Não vai ser o máximo pagarmos mais no leite?
Aquele bem de 1ª necessidade que todos temos em casa e dizem para o bebermos porque ajuda a sermos saudáveis?
E o pão? Pois...também...assim como a água e a luz...
Já para não falar no Mundial, que até aí fomos ao ar.
Ai que hoje estou tão feliz!!!!

Comentários

  1. Sim, é de se bradar aos céus... Ás vezes é um bocadinho triste ser portugu~es, ou viver e trabalhar em Portugal... :(

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  2. apetece-me dizer asneiras ... posso?

    glup!!!!

    jcas

    ResponderEliminar
  3. A vida não vai ser fácil nos próximos tempos...
    Entretanto, qualquer dia ainda se vai pagar para usar o blogger.
    Bj ( ainda é grátis)

    ResponderEliminar
  4. Já notei no meu ordenado... Um autêntico esterco!

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...