Avançar para o conteúdo principal

Uma fotografia



Volta e meia ando a rever fotografias. Não que não tenha mais que fazer, apenas e só porque é um dos muitos prazeres que tenho. Por vezes sinto felicidade, tristeza, saudade, uma mística de todas, outras consigo até sentir o cheiro de uma pessoa ou sítio.

Revi uma foto onde estou eu, a minha amiga de infância C. e....um golfinho!
Tinhamos ido ao Jardim Zoológico. Na altura eu era louca por golfinhos. A minha C. foi pedir para participarmos naquela fase final em que o público sobre a um banco e pode tocar no golfinho. Fomos aceites. Só que eu não me limitei a tocar. Não. Abracei o golfinho, dei-lhe um beijo, e fiquei ainda mais apaixonada por aqueles mamíferos aquáticos.

Uma foto...sem dúvida um bem precioso!

Comentários

  1. Já dizia o outro... recordar é viver :)
    E momentos assim deveriam ser vividos mais vezes
    jocas

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...