Avançar para o conteúdo principal

Viver na ignorância porquê?



O que achamos que sabemos?Mas não sabemos?
Muitas vezes achamos que sabemos,que temos conhecimento de causa, quando na verdade não sabemos mas construímos a nossa vida sobre o que achamos saber.

O que sabemos que não sabemos, mas mesmo assim queremos saber?
Outras vezes andamos atrás do desconhecido porque concluímos que não sabemos mas é nossa pretensão passar a saber. E essa pretensão faz com que tenhamos entrega de tempo, trabalho, entrega de nós por momentos e sua possível desilusão por termos descoberto o que não sabíamos.

Eu portadora deste feitiozinho de mer*** por ser frontal demais sou da opinião que deveremos sempre saber, mesmo que isso implique mágoa e tristeza, só assim podemos mudar de página.
Não tendo oportunidade de saber (porque a vida nem sempre nos presenteia com oportunidades) fica o benefício da dúvida, fica o desconhecido...

E o tempo? Aquele conhecido pela contagem de anos e anos?

Aquele que dizem que tudo cura, será que cura mesmo?

Não...não cura nada, apenas nos ensina a sobreviver na ignorância.

Comentários

  1. Para qual email envias-te? já vi-os todos?
    olha que eu já n tenho o da chepa_lr activo, manda-me para o maezicesqb@gmail.com
    boa?

    jocas

    ResponderEliminar
  2. Amiga já li :) e obrigada pela lembrança!

    jocas grandes

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...