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Não, não, não



Novidades da minha pequenada:

A pequena-mais-pequena anda numa fase em que se acha muito à frente! Gatinha para todo o lado, abre tudo, poe-se em pé agarrada ou ao sofá ou à parede ou a uma cadeira.
Depois de se levantar sozinha tira por segundos as mãos, distraída.

Noutro dia estava agarrada ao sofá, de pé, e começou a largar as mãozinhas para bater na irmã e de seguida batia palmas.

Eu disse "Olha que tu cais!!!" (como se a pequena-mais-pequena se importasse ou percebesse patavina do que eu dizia) ao que ela respondia acenando com a cabeça num gesto próprio e caracteristico de "Não Não".

Nisto caiu no chão.

Olhou para mim de beicinho esticado e diz "Tá tá".

Pois....já estava no chão!

A pequena-maior, aparentemente distraída com o Disney Channel, opinia "Ai mãe a mana está cada vez mais gira....e parecida comigo!"

Claro, gira só podia ser parecida com ela! Se fosse pestinha seria, então, parecida comigo!

Comentários

  1. então os nosso piquenos estão na mesma fase eheheh
    o meu corre tudo agarrado mas se o largamos acenta logo o rabo no chão com medo de andar eehehe

    parabéns pelo 1º aninho.

    jcas

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  2. Hehe!
    Fofas pá!
    Tu tens a sorte de ter filhas espectacularmente queridas!
    Beijokas

    ResponderEliminar

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Ecos em palavras

Não me envergonho deste amor pela escrita. Não tenho porque o fazer sequer...sou assumida em tudo o que faço e gosto, temos pena! Com o lançamento e publicação do meu livro aprendi que nunca é tarde para as nossas vontades serem satisfeitas. Era uma vontade com 8 anos e meio, na verdade o livro estava escrito desde 2006, mas foi ficando lá por casa, espalhado entre móveis e pc´s. Ia escrevendo à medida da minha vontade. Se estivesse junto do pc escrevia mais um e outro parágrafo do que já estava escrito, mas se estivesse sem acesso ao pc escrevia em papéis, guardanapos de papel, post-it´s....sempre que me ocorria qualquer coisa que pudesse acrescentar mais sentido a tantas letras... Nunca reli o que ia escrevendo, sentia o eco das palavras assim que as idealizava em papel. Pouco ou nada me importo com o que pensam sobre o que lêem, da mesma maneira que pouco ou nada me importo com o que pensam a meu respeito. Julgamentos e opiniões não são problema meu mas de outras pessoas....