Avançar para o conteúdo principal

Não, não, não



Novidades da minha pequenada:

A pequena-mais-pequena anda numa fase em que se acha muito à frente! Gatinha para todo o lado, abre tudo, poe-se em pé agarrada ou ao sofá ou à parede ou a uma cadeira.
Depois de se levantar sozinha tira por segundos as mãos, distraída.

Noutro dia estava agarrada ao sofá, de pé, e começou a largar as mãozinhas para bater na irmã e de seguida batia palmas.

Eu disse "Olha que tu cais!!!" (como se a pequena-mais-pequena se importasse ou percebesse patavina do que eu dizia) ao que ela respondia acenando com a cabeça num gesto próprio e caracteristico de "Não Não".

Nisto caiu no chão.

Olhou para mim de beicinho esticado e diz "Tá tá".

Pois....já estava no chão!

A pequena-maior, aparentemente distraída com o Disney Channel, opinia "Ai mãe a mana está cada vez mais gira....e parecida comigo!"

Claro, gira só podia ser parecida com ela! Se fosse pestinha seria, então, parecida comigo!

Comentários

  1. então os nosso piquenos estão na mesma fase eheheh
    o meu corre tudo agarrado mas se o largamos acenta logo o rabo no chão com medo de andar eehehe

    parabéns pelo 1º aninho.

    jcas

    ResponderEliminar
  2. Hehe!
    Fofas pá!
    Tu tens a sorte de ter filhas espectacularmente queridas!
    Beijokas

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...