Avançar para o conteúdo principal

Motivos qb!

Há instantes, ao telefone com a Nú:

-Olá meu doce...tás boa?

-Sim...

-Já lanchaste?

-Já mas vou comer mais! Olha, vou ali comprar um pão!


-Hum... então como foi a escolinha?

-Xi...nem me fales disso mãe...

-Porquê?

-Olha porque hoje foi uma seca, só fichas de trabalhos e tive que fazer tudo hoje, nada para amanhã...

-Possa filha, deves estar cansada...

-Pois estou, por isso vou mas é comer mãe.Xau.

Comentários

  1. pois claro, trabalhar o cerebro dá fome

    bjs
    rute

    ResponderEliminar
  2. hehhehe
    Que espertalhona a rapariga...

    Ah e mão sonhadora cá estou eu pronta para as leituras!
    Obrigada mais uma vez.
    Beijocas Rute Maravilha

    ResponderEliminar
  3. Ah pois é, trabalhou muito e ficou com mais fome eheheh k querida;)

    Bjos, Magui da Pitinhas

    ResponderEliminar
  4. Possas mãe a miuda keria comer e tu a empatar :D:D:D!
    Estas miudas dão cabo de nós!
    Beijokas
    Nídia e Eva

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Concorda, discorda, sei lá,mas deixa aqui a tua opinião!

Mensagens populares deste blogue

Lados

Ha sempre dois lados em cada história. Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado. Pode ser algo demorado. Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é. Sem rodeios. Sem espinhas. Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero. Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade. Não tem limite máximo de idade. Não tem limite de dosagem por dia. Não tem que ser oposto a educação. Uma coisa não invalida outra. Dou sim mimo às minhas filhas, muito! Mas não descuro a educação nunca! Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto? Quem tem o direito de julgar o mimo? É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência? Pois deve ser... Da parte que me toca: Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor. Foi no meu peito que mamaram. Foi no meu ombro que bolsaram. Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado. Sou a mãe delas! Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo. Dou-lhes...