Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Vá, roam-se inveja

O que vocês queriam sei eu!
Umas pulseiras iguais às minhas, feitas pelas minhas pequenas.
Sem brilhantezinhos, sem fechos, sem douradinhos, sem estrelinhas, sem bolinhas, sem coraçoezinhos!
São lindas as minhas pulseiras, esfrangalham-se todas, ando sempre a cortar uma pontita para não as estragar mais, mas não quero saber, são minhas!
E escusam de imitar a piquena que me atendeu o cafe à hora de almoço, espantada a olhar para o meu pulsodireito, porque...não dou!
Ah pois...
And so what?

Pérola de Sábado à noite

No carro com uma amiga, ouvia-se Adele.
Do nada ela decide mudar de música e diz:
-Ouve esta... é tão gira!
-...pode ser gira, mas tou aqui tou a chorar...
-Olha, desculpa lá...é gira!
-Ok, é engraçada...mas a esta hora dá sono!
-Olha não tenho culpa de gostar!!!
-Tá bem, ouve  então a música antes que acabe...e acelera sff...tás a 10 à hora mulher!
-Olha não tenho culpa que percebas inglês!
-Não percebi agora...
-Por isso é que não gostas da música, porque tás a perceber o que ela tá prái a dizer!

Fui selada outra vez!

A Benedita e a Beu, a Ruiva selaram-me.
Muito obrigada!

Como já mencionei quem me presenteou, tenho que ir ver o que fazer de seguida....
Já vi, então diz que tenho que partilhar 7 coisas sobre mim e passar a 12 blogues.
Então o que posso acrescentar, sobre mim:
(1) Não sou dada a cremes como a maior parte das mulheres, não uso creme para rugas ou daqueles que dizem que a pele fica xpto...mas tenho pena de não ter paciência para isso.
(2)Quero aprender a andar de saltos altos sem sentir vertigens e sem me espalhar ao comprido.
(3)Tenho a mania de ser parva, às vezes, de quando em vez.
(4)Às vezes sou mesmo muita parva!!!
(5)Tenho complexos por ser especialmente pouco morena, que é como quem diz, ser branca, e às custas disso o ano passado decidi lá está, eu disse que não tinha paciência besuntar-me com auto-bronzeador e garanto que foi muito mau...parecia que tinha caído numa piscina de tinta preta misturada com dourado a fugir para o estúpido.
(6)Adoro divertir-me, adoro rir, se bem…

Considerações sobre o piropo

Não sou nenhuma pró em ouvir piropos, felizmente.
Talvez por isso fique sem reacção quando ouço um piropozito, vindo de um estranho, ou de uma pessoa que se conhece apenas de um estabelecimento qualquer...uma vez num mês, talvez.
A Autora...no seu suposto magnífico café da hora de almoço, e para ler com sotaque brasileiro:

-Boa tarde...
-Linda!!!! Há quanto tempo! Como você está? Bem...pelo que vejo ma-ra-vi-lho-sa!!!
-Ah...ok...estou bem, obrigadinha, mas quando me servi o café fico melhor!
-Sirvo sim linda, mas não é um café profissional é um café cheio de amor!
-Diria mais cheio de inspiração, hoje isso não tá fácil...ande lá, deixe-se disso sff!
-Que nada! Acabou de alegrar o meu dia! O seu café...cheio de amor!
-Credo!!!! Cale-se lá com isso! Ainda me engasgo!!!
-Minha linda, se for para fazer respiração boca a boca engasga já!

Juro...se volto lá?
É possível, mas não sei em que ano...

Frase clichê...

(imagem da net)

...de consolo "Errar é humano".
No mundo do trabalho errar também é humano, até as máquinas o fazem...
Numa das áreas onde actuo tenho muito cuidado com “erros”.
Os meus e os dos outros.
Todos sabem isso, em auditoria não vale a pena esconderem, inventarem, trocarem seja o que for...porque eu detecto.
E aí fico aborrecida com eles, eles sabem que podem contar comigo, sabem que só naquele dia sou “fora da equipa” porque o resto do ano estou sempre disponível para evitar e prevenir certas situações.
E o recomendável a fazer perante a detecção de um erro?
Contar?
Omitir?
Omitir nunca!
Seria falhar novamente, originado ainda mais erros.
Deve depender sempre da origem e gravidade do erro.
Há erros que podem colocar em risco a empresa, toda a sua saúde, esses devem ser de imediato solucionados.
Estou a escrever sobre isto porque tive a prova que é mesmo importante agir perante situações menos confortáveis, após concluir que algumas coisas tinham origem …

Escavacada

Pois é, parece que a Autora agora deu para ser elogiada, e prova disso foi ouvir ontem na própria casa que...estava muito escavacada!
Se gostei?
Claro que sim!
Aceito todos os elogios de bom agrado!
Alguns até agradeço!
Sinal que continuo a ser e não a parecer...logo a incomodar algumas pessoas.
Já ouviram aquele ditado que diz que a felicidade de uns mede-se com a infelicidade de outros?
Sou uma escavacada tão de bem com a vida!!!
Agora vou ali, brincar um bocadinho com as pequenas, vamos ver se estou à altura das peripécias!
Ah ah ah, muito bom!

Defeito, aos olhos dos outros

(imagem do google) Para mim é uma virtude.
O facto de gostar de mim.
Não engano ninguém mas também não me engano a mim própria.
Por isso não sou cruel.
Sou como sou, ponto.
E gosto, cada vez mais de mim!
Não sou o que querem que eu seja.
Sou aquilo que quero ser, no momento em questão, com as pessoas envolvidas.
Não faço fretes...temos pena.
Não me excluo de vontades, de ambições, por mais difíceis que sejam, vou lá, dou a cara, dou tudo de mim.
Privo-me de descanso para aproveitar as minhas filhas.
Fico a bater mal quando sinto que não tenho a paciência que merecem que tenha, porque elas não têm que desculpar o facto de a mãe estar 11 horas fora de casa e chegar cansada, porque a mãe não deve estar cansada para elas.
Ultimamente tem sido recorrente...a cabeça anda a mil, as noites são pequenas, do trabalho levo trabalho para fazer em casa enquanto elas dormem, e sim...não sou de ferro.
Por tudo isso e tanta coisa mais sou o melhor que sei e consigo.
Não para agradar terceiros...mas po…

E depois há aqueles dias

Em que as aviso mil vezes.
À pequena-maior para não correr nas escadas.
À pequena-mais-pequena para não saltar no sofá, que pode cair com cabeça no chão, que aquilo não é para saltar, e tal e tal e tal.
Pois a pequena-maior só ouve com um decibel acima.
A pequena-mais-pequena ouve quando cai no chão.
Depois uma chora porque caiu, e outra fica ofendida porque usei um tom mais elevado.
É caso para dizer "temos pena" mas aqui quem usa bigode que por acaso acabei mesmo agorinha de o tirar sou eu!

A moment like this

Quem já não ouviu palavras idênticas?
"És especial", "Contigo é diferente"...por aí fora, ou da boca para fora.
Mas quem não gostou de as ouvir?
Mesmo que...não fosse verdade?
Mesmo que...não tivesse acreditado, insistiu em acreditar que era verdade?
Sim, os anos passam, daí ser bom recordar, porque recordar é viver o que se viveu, ou o que se acreditou.
Sim, estive a arrumar as fotos, sim revivi momentos tão meus...

Ontem à noite...

...enquanto caminhávamos à beira-mar, a pequena-maior viu que estavam a arrumar as tasquinhas onde se realizou a abertura da época balnear, e diz muito convicta:
-Olha mãe...parece que chegámos tarde...
-Porquê?
-Então não vês que está na fechadura?
-Está na quê?
-Na fe-cha-du-ra mãe! Pf...então não foi ontem a abertura? Agora é a fechadura! Percebeste agora?

E depois há quem diga que a língua portuguesa é fácil e tal.
O tanas!
É uma língua complicada, ou vão dizer que a pequena-maior não tem a sua lógica?
Complicam tudo, é o que é!

Conversas (nossas) cuja lógica é como a da batata!

(imagem do google)
-Mãe, deixas-me casar?
-Se quiseres casar-te claro que deixo!
-Eu quero mãe. O que é preciso para casar?
-Primeiro tens que crescer, depois encontrares um namorado...
-Ai é? Pensei que podia casar sozinha...quero ter uma casa ao pé de ti mãe.
-Está bem, primeiro tens que crescer...depois pensas nisso sim?
-Mas já pensei! Primeiro tenho que arranjar uma empregada, depois caso!
-Bem visto! Sim senhora! Nada de namorados nem escola...empregada! Espero que sim, que tenhas uma em casa para te ajudar...
-Pois, também eu. Com empregada já podia casar!
-Com empregada para te ajudar, mas quando pensares nisso escolhe alguém que gostes muito e que goste muito de ti.
-É fácil mãe...caso-me contigo!

(a importãncia do) Mimo

(imagem do google) Há quem defenda que o mimo não é um afecto, mas um exagero.
Afecto ou mimo, a meu ver, são uma necessidade.
Não tem limite máximo de idade.
Não tem limite de dosagem por dia.
Não tem que ser oposto a educação.
Uma coisa não invalida outra.
Dou sim mimo às minhas filhas, muito!
Mas não descuro a educação nunca!
Incuto os valores a ter em conta para serem parte integrante de uma sociedade, mas porque não o posso fazer sim com muito afecto?
Quem tem o direito de julgar o mimo?
É melhor assistir às parvoíces sobre imagens chocantes de violência?
Pois deve ser...
Da parte que me toca:
Foi no meu ventre que foram geradas, que cresceram, que mexeram, que viveram alegrias e tristezas, mas acima de tudo foi no meu ventre que sentiram o meu amor.
Foi no meu peito que mamaram.
Foi no meu ombro que bolsaram.
Será sempre no meu colo que ficarão, por tempo indeterminado.
Sou a mãe delas!
Ninguém sabe, nem ouse sequer supor em saber, o quanto as amo.
Dou-lhes a minha vida....porque…

Sobre a prepotência...

(imagem do google) ...tenho a dizer que não a alimento.
Comigo não funciona.
Aliás, com pessoas prepotentes gosto sempre de fazer como se faz com as crianças: ter muita paciência.
Afinal é um truque funcional!
Quando essas coisas pessoas falam, falam, falam com a certeza que são donos da razão e do saber eu sorrio, e fico pacientemente à espera que se calem.
Como se fosse uma criança que me estivesse a incutir qualquer teoria, afinal são situações bastante semelhantes, há em ambos um lado que se identifica: ignorância e necessidade de atenção.
E com a ignorância nada melhor que dar um tempo de aprendizagem, à excepção de casos em que na criança fica bem dizermos "tira o dedo do nariz, os macacos tiram-se com um lenço de papel", o mesmo não o podemos ou devemos dizer a um ser altamente prepotente, uma vez que às tantas levamos com um macaco devidamente enroladinho na testa.
Eu sei, soa um bocadinho a post nojento, mas na verdade é o que tenho à frente...

Ai o Brad, o Brad

(imagem daqui)
A Joliezita diz que o seu Brad é um grande amante.
Li aqui a notícia, eu sei, eu sei...sou uma cusca...
Whatever...pois eu cá não acredito.
Nããããã...só acredito com provas.
Deixa-o vir cá...eu depois digo-te sim?
Só para tirar a teima!!!

Devaneios ao acaso

(imagem do google) Conheço-me.
Acredito em mim.
Tenho amor próprio.
Gosto-me.
Tenho humildade.
Errar é humano, só errando podemos crescer, nunca numa perspectiva de perfeição mas limando arestas que os erros nos ensinam.
Acredito nas lições dos erros.
Acredito também que o conhecimento próprio seja essencial.
Do que é feito o conhecimento próprio?
Não sei generalizar, mas sei do que sou feita.
Sei que o meu conhecimento próprio cresce a cada obstáculo, a cada vitória, a cada lágrima, a cada dor, a cada sorriso.
Adoro aprender.
Tenho um espelho nos meus olhos.
Sou verdadeira, o que faz com por vezes magoe terceiros.
Prefiro a minha consciência à reputação. Com a minha consciência consigo viver aquilo que sou, com a reputação viveria o que outros, alheios à minha consciência, pudessem pensar aquilo que sou, sem o ser.
Penso muito no passado, o meu, não para me magoar mas para poder fazer as pazes comigo própria, e poder viver o meu presente.
Já me perdi algumas vezes, na espe…

Querido despertador...

(imagem da net)
...a partir de hoje, e para começares a cumprir a partir de amanhã de manhã, vais acordar-me 7 minutos mais cedo.
Não quero saber de desculpas.
É segundo o que vem aqui as mulheres que se maquilham ganham mais!
E 7 minutos são, para quem assim o acha, o suficiente para uma maquilhagem.
Eu cá acho que esses minutos são suficientes sim mas para me borratar toda, mas isso...não interessa nada.
Pior isso já sabem: a partir de amanhã se se cruzarem com uma mulher altamente borratada, a fugir para uma artista de circo pronta a fazer o seu número de palhaço, não gozem e digam "bom dia" ou "boa tarde", posso ser eu!

Ora então pois concerteza

(Imagem do google)
Vamos lá esclarecer uma coisa ou coisita ou o raio que a parta.
Estou a trabalhar.
Certo?
No meu canto.
Certo?
Concentrada, calada, a ouvir música.
Certo?
Interrompem para pedir que analise uma situação.
Muito bem.
Analiso e perguntam "o que achas disto?"
Muito bem. Percebi a pergunta e respondo "acho que está melhor, mas o texto está muito pesado, muito formal".
Olham-me de lado.
Muito bem.
Mantém-se ao meu lado.
Suspiram enquanto voltam a ler o que escreveram.
E continuo o meu trabalho.
Insistem "...mas pesado como? Eu acho que tá bom!"
Repito o que disse e dou ênfase "...mas isto é o que acho...não tem que mudar"
Viram costas enquanto dizem "pois mas tá bem assim".

Agora digam comigo, tudo em coro e braços no ar "Hoje é Sexta Autora, tu consegues!"
Obrigada. Soube bem ouvir-vos! Já  agora, se não for pedir muito, pode ser o homem da foto a servir de travesseiro se faz favor. Obrigada.

Aprendi que...

(imagem do google)
...os anos voam.
O tempo disponível consegue estar sempre ou quase sempre sujeito a gestão de agenda.
Mas aprendi que existem pessoas que não precisam de nada disto.
Há sempre tempo.
Para elas.
Há sempre disponibilidade.
Para estar junto delas.
Hoje voltei atrás, ia a caminho do trabalho. Ouço uma voz no telemóvel que diz "queria tanto outro abraço teu mãe", e sim...voltei para trás.
Pouco importa os minutos de atraso.
Pouco importa o trãnsito que vou apanhar.
Pouco importa...
Nada importa, aliás!
O que importa é a nossa vontade, a nossa vida...e a minha vida são as minhas filhas!
E a minha vontade foi receber e dar aquele abraço, aqueles beijinhos, ver as mãozinhas dela a acenar um "até logo mãe".
É isso...

Para ler bai-xi-nho

(imagem do google)
As pequenas foram ontem à pediatra.
Na consulta a pediatra viu que, mais uma vez, a pequena-maior tem o ouvido direito tapado com cera.
Fez-lhe um pequeno teste, tapando o ouvido esquerdo ia dizendo aleatoriamente algumas palavras, muito baixinho, para ver se a pequena conseguia ouvir.
A pequena-mais-pequena, atenta, também quis participar neste teste, só não sabíamos o quanto ia ser divertido:

Médica: Mãe
Pequena-mais-pequena: Tá aqui!
Pequena-maior: Mãe
Médica:Pai
Pequena-mais-pequena: Num tá cá (enquanto mexia as mãos)
Pequena-maior: Pai

A pediatra desatou a rir e pediu à pequena-mais-pequena para não falar durante um bocadinho.
Reinicou o teste:

Médica: Água
Pequena-maior: Água
Pequena-mais-pequena:Áuga!
Médica: Cão
Pequena-maior: Não percebi...
Pequena-mais-pequena: É báubáu mana!