...só porque me questionaram ontem como conseguia falar de um facto tão doloroso com um sorriso nos lábios, lembrei-me de escrever sobre o sorriso. Não o riso, o sorriso.
Quando rimos reagimos a algo que nos faz feliz naquele instante, nos torna extrovertidos.
Quando sorrimos fazemo-lo em silêncio e normalmente dura um pequeno instante mas por vezes tem um valor incalculável (recordo com muitas saudades o sorriso do meu avô, os vários sorrisos das minhas filhas quando eram bebés de dias, que me encantavam e orgulhavam só, pelo simples facto, de estarem a sorrir, mesmo de forma ainda involuntária).
Gosto de ambos: do riso e do sorriso. Gosto do poder de umas boas gargalhadas, de prefencia sucessivas (embora considere o meu riso impróprio para certos expectadores já que se ouve a metros) mas admito que sorrio muito mais, por vezes enquanto ouço uma música ou reveja uma foto, ou até por nada em especial.
Considero o sorriso muito poderoso, muitas vezes conseguimos sorrir apenas com o o…
Quando rimos reagimos a algo que nos faz feliz naquele instante, nos torna extrovertidos.
Quando sorrimos fazemo-lo em silêncio e normalmente dura um pequeno instante mas por vezes tem um valor incalculável (recordo com muitas saudades o sorriso do meu avô, os vários sorrisos das minhas filhas quando eram bebés de dias, que me encantavam e orgulhavam só, pelo simples facto, de estarem a sorrir, mesmo de forma ainda involuntária).
Gosto de ambos: do riso e do sorriso. Gosto do poder de umas boas gargalhadas, de prefencia sucessivas (embora considere o meu riso impróprio para certos expectadores já que se ouve a metros) mas admito que sorrio muito mais, por vezes enquanto ouço uma música ou reveja uma foto, ou até por nada em especial.
Considero o sorriso muito poderoso, muitas vezes conseguimos sorrir apenas com o o…