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Gostava de...

...ter sido o que tinha idealizado ser, em tempos ou anos de adolescência. Gostava que me tivessem dado ouvidos, que tentassem ter percebido o porquê das minhas escolhas, gostava que tivessem respondido "se calhar não é o melhor para ti mas vai...tenta, segue o teu caminho", gostava de ter tido a oportunidade de ter tentado aquilo que achava que me fazia feliz, gostava de poder admitir em qualquer altura da minha vida que não foi bom, que não escolhi bem, que deveria ter dado ouvidos, gostava de afirmar hoje que escolhi bem o meu caminho, gostava de agradecer hoje o facto de não me terem deixado seguir o meu caminho.

Gostava de continuar a pensar igual ao que penso hoje...daqui a 15 ou 20 anos quando for confrontada com as escolhas de vida das minhas filhas. Não sei o que reserva o dia de amanhã (ninguém sabe) mas sei que não vou proibir, sei que não vou criticar as escolhas delas por mais estúpidas que possam parecer, sei que vou estar ao lado delas...para tudo!

Infelizmen…

Alma cheia

Tive uma semana pesada. Levar trabalho do trabalho para fazer em casa. Deitar tarde. Levantar ainda mais cedo que o normal.Chegar tarde a casa. Toda a semana.

As viagens de regresso a casa...essas têm sido "violentas". O sono tem insistido em querer apoderar-se na minha condução, o que fez com que passasse o caminho para casa a abrir as janelas do carro (para apanhar vento no focinho), colocar a música do rádio em volume considerado alto (numa imitação rasca de bimba-girl).

Eis que chego a casa.
Por mais cansaço que tenha este fica adormecido quando abraço as minhas filhas, na verdade estou a abraçar o mundo, pois mais nada nem ninguém existe para mim naqueles momentos.
Apenas existimos as três.

Não tenho muito na vida, mas tenho a alma cheia quando estou na companhia das minhas crias!E é tão bom viver com a alma cheia.

Uma canção para mim

(Imagem retirada da net)

Ao som do seu mini-piano canta assim a pequena-maior:
Oh mãe, oh mãe Quando tavas na martinidade Tive tantas saudades tuas.
Quando a mana nasceu Tive tantas saudades tuas Tantas tantas Oh mãe, oh mãe
Chorei tantas lárgimas
De solidão
Oh mãe, oh mãe

Mas agora que estás aqui
Estou tão farta de ti!


E posto isto...Lá lá lá lá....

Passo (então) a explicar

Para além de ter um tom de pele muito claro (exemplo disso é quando vou à praia os 1ºs dias prefiro locais pouco frequentados com receio de ser confundida com a areiae pisada) sempre tive olheiras.

Ora para quem sempre teve olheiras quando não descansa o mínimo a coisa complica-se.

É o caso de hoje.

A pequena-mais-pequena decidiu passar a noite a chorar e com tosse.

Ora tossia e a seguir chorava.
Ora chorava e a seguir tossia.

Toda-a-santinha-noite neste filme.
E eu queria dormir.
E a pequena não descansava.
E assim se passou a ennnnnnoooooooorrrrrmmmmmmmeeeee noite e eis que toca o despertador, estava eu a dormir há minutos.

Portanto esta cara que tenho hoje é mesmo falta de descanso....ok?
Explicado?
Percebido?
Há dúvidas?

Consegui fundamentar o facto de ter olheiras até ao pescoço?

Já diz o ditado que "Quando Deus se cansou de educar crianças criou as mães".

Coisas dela

A pequena-maior estava a jantar e engasgou-se.
Começou a bater com a mão no peito enquanto tossia.
Eu (a mãe mais stressada do planeta e arredores) perguntei se estava tudo bem, ao que responde:
"...não te preocupes...são coisas minhas!"

Moral da história: A pequena estava engasgada, mas eram lá coisas dela (lol)


Vicio ou Prazer

Tenho alguma dificuldade a resistir a "coisas" com chantilly.

Se há "coisas" que adoro é chantilly (será fetiche?!?) e com muito chantilly. É daquelas "coisas"...

Hoje não resisti e comi um bolo com chantilly. Quer dizer... era mais chantilly que bolo, mas não fica bem pedir um chantillyzinho por favor pois não?

Confesso que fiquei naquele pensamento cruzado "ah e tal...isto deve-me fazer mal ao colesterol", enquanto me deliciava com o "dito chantilly".

De repente olhei para o papel que me foi posto na mesa.

Segundo o mesmo tinha consumido um bolo de nome Religioso.

Fiquei muito mais tranquila!

Afinal se eu tinha ingerido um "religioso" era porque não tinha cometido nenhum pecado!