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A era da burla



Actualmente muito se fala de crise.

Para (quase) tudo vem a desculpa : é a crise! E é! Claro que é! Os tempos estão mesmo de crise porque os ricos estão mais ricos e os pobres mais pobres, mas há duas crises a decorrer neste país e neste momento: a financeira e a de relações e sentimentos. Esta última está mesmo é em banca rota! Não se respeita ninguém, a educação é um mito ou lenda (refiro-me à educação básica de boas maneiras e posturas perante a sociedade).

Estou farta desta gente sem escrúpulos, sem palavra, sem boas intenções, sem merda nenhuma de bom senso.

Estamos na era da burla...a qualificada. A que tem direito a negociarmos cara a cara,com simpatias falsas, com contratos falsos e acima de tudo com transferencias bancárias falsas. E, pior, pensamos sempre que nunca nos atinge, porque achamos sempre que o mal acontece aos outros.

Mas não.

Cuidado com os burlões de falinhas mansas, bem vestidos, com bons carros, cheios de aparente moral....este em especial de nome Nelson Ricardo Mota que, aproveito para avisar que ainda nos vamos cruzar um dia destes...de surpresa claro!

Agora vou trabalhar....já que não burlo o meu patrão!

Comentários

  1. Portugal está podre, não háninguém pá que uma gaja possa confiar, pfff que mundinho este em que nós entregamos os nossos filhos :(

    jocas

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  2. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

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Lados

Ha sempre dois lados em cada história.
Um dos mais desafiantes sentidos da nossa personalidade (para quem a tem) é sermos capazes de nos colocar do outro lado.
Pode ser algo demorado.
Pode demorar o tempo de sabermos a historia tal como ela é.
Sem rodeios.
Sem espinhas.
Depois é so tirarmos as nossas conclusoes.

Sentes não sentes?

Se soubesses a falta que me fazes...
Sabes não sabes?
Sentes daí não sentes?
Assim como sabes o quanto me orgulhava de ti, da tua garra e coragem para enfrentar aquelas névoas todas, estavas sempre com "aquela" determinação só tua, mesmo quando por dentro tinhas aquelas dúvidas e medos e...
Continuo a sonhar contigo, connosco, com a tua gargalhada, com o teu abraço, com a tua mão a apertar a minha, passávamos horas de mão dada enquanto conversávamos ou caminhávamos.
Tantos dias sem ti, por vezes julgo que isto é tudo mentira, que não passou de um pesadelo daqueles que cortam a respiração, e que estás cá, junto de mim.
Daqui até aí onde sei que estás em paz...um enorme sorriso cheio de estrelas.
Adoro tu....sempre!

Fácil....

« É tão fácil não gostar. Não querer. Não correr. Permanecer naquilo que já conhecemos. Que não nos surpreende. Saber de cor os dias. e ter as noites controladas. Ter o passo seguinte traçado e o caminho meio rabiscado. É tão simples prescindir e não lutar. É tão fácil querer viver no vazio. É simples esquecer sentir. Optar não tentar.

É tão parvo não gostar quando se gosta. É idiota não querer quando se quer. É estúpido não arriscar. É triste o medo ganhar.

É pequenino não querer ser grande. ».

Rita Leston